15 de janeiro de 2018

Testemunhos SVE: A Passagem do Ano



Para a Passagem do Ano decidimos de “trair” Portugal e aproveitar este período longo de férias para viajar em Espanha!

Mari

Durante as Férias de Natal fiquei em Lisboa, como convidade de uns rapazes que conheci na formação de Guimaraes. Foram dias inesquecíveis e tive a oportunidade de tentar fazer surf na Praia de Carcavelos! Foi muito divertido mas tambem dificil!!

 



No dia 27 de Dezembro deixei Portugal e dirigi-me a Espanha para celebrar a passagem de ano.

Um grande amigo vive em Barcelona e approvetei a sua disponibilidade para visitar esta maravilhosa cidade. Lá encontrei-me com o meu namorado. Foi muito interessante ver a capital da Catalunha, famosa pela sua arte e arquitectura -  como a Sagrada Familia e todos os edifícios bizzarros concebidos por Antonio Gaudi.



 






 

Foi muito positivo para mim passar tempo com pessoas que amo!
Estava a precisar disto!


Mila

No dia 25 de dezembro perdi a minha carteira Lisboa (Feliz Natal!) e o dinheiro que tinha para festejar a Passagem do Ano não era muito... Por isso decidi viajar da maneira mais barata possível... ou seja, apanhei boleia no BlaBlaCar desde Lisboa até Sevilha!

Por coincidência todas as pessoas que estavam no carro - quatro rapazes espanhóis e uma rapariga italiana - tinham terminado um SVE (Serviço de Voluntariado Europeu) na Polónia há pouco tempo
.
A viagem foi divertida e foi muito interessante trocar opiniões e conselhos com eles!

Em Sevilha esperava-me José, um couchsurfer iraniano que me ofereceu um sitio na sua casa para ficar uma noite gratuitamente.

Foi muito hospitaleiro, cozinhou-me um risotto de marisco e explicou-me algumas coisas históricas sobre a Catedral de Sevilha e sobre ás árvores de laranjas que ficam nas ruas e nas praças como símbolo de prosperidade.

No dia seguinte visitei a Plaza de España, e o resto do tempo andei pela cidade, consciente que meio dia não basta para ver tudo, e ue tenho de regressar rapidamente!

À noite apanhei mais uma boleia no BlaBlaCar com o Pepe, um rapaz espanhol, desta vez ía para Granada.

Aqui reencontrei-me Ludovica e Eloy, o casal que encontrei na primeira boleia, e que me tinha convidado para celebrar a passgem de ano com eles
.
Na casa de um amigo deles, Jonny, encontrei muitos jovens espanhóis, italianos, entre outros.

Durante o primeiro dia em Granada andei sozinha pela cidade: visitei a zona monumental e a Alhambra, perdi-me no bairro árabe El Albaicín, cheio de pequenas ruas brancas, admirei o panorama do Mirador San Nicolas, e descobri algumas das caves do Sacromonte. No passado eram caves ocupadas mas hoje muitas tornaram-se atrações turísticas. O homem que mora nesta cave, disse-me que aqui a temperatura é sempre amena, e não há humidade graças aos cactos plantados em cima.



Depois fui a cozinhar com os outros para o jantar de dia 31 dezembro.
Éramos quinze pessoas mais ou menos...

Eu fiz uma parmigiana di melanzane, um prato típico italiano à base de berinjelas; O Eloy e Ludovica cozinharam uns excelentes camarões!

Depois fomos na praça do município, brindar ao novo ano, dançar e comer as doze uvas, uma por cada badalada, como quer a tradição!

A festa continuou nas ruas e em casa….

No dia seguinte fomos a tapear - beber uma coisa complementada por uma pequena comida, uma actividade típica de Andaluzia e especialmente de Granada.

Reza a lenda que foi o rei que tornou as tapas obrigatórias para evitar que os seus mensageiros tornassem demasiado bêbedos durante as entregas e caíssem dos caminhos da Sierra.

Quando estávamos perto da Plaza de Toros, o Eloy e Ludovica explicaram-me também o significado da expressão “brindar ao sol”, muito utilizada em politica, que significa “fazer uma coisa sem acreditar nesta, para ganho pessoal”.

O toreador que nao fazia uma boa corrida costumava cumprimentar o “lado do Sol”, o mas barato, por que as pessoas que sentavam aqui nao eram muito experientes….

Depois do almoço, subimos através do El Albaicín, até o Eremo de S. Miguel, para ver o primeiro pôr-do sol do ano!

Foi maravilhoso: quando as luzes mudam, Alhambra e a cidade toda parece um lugar mágico!

Abaixo do Eremo estão algumas caves, estas realmente ocupadas. Paramos alì um pouco, entre fogueiras e tambores, enquanto anoitecia.


No dia seguinte comemos tapas doces como pequeno almoço e tentámos visitar melhor o Sacromonte. Contudo, na rua encontramos muitas caixas abandonadas cheias de livros e a tentação para parar ganhou!


Tive que correr para apanhar a minha ultima boleia. Direção: Setúbal.

O condutor, o Hugo, foi tão gentil que acabou por me levar mesmo até a minha casa no Montijo, e convidou-me para lhe ligar quando visitar a sua cidade!


Agora, voltamos ao trabalho!

6 de janeiro de 2018

Testemunhos SVE: Por volta do Natal


O Natal já passou e por isso aproveitamos esta oportunidade para descrever um pouco as actividades organizadas pela nossa associação para a comunidade de Alcochete e arredores, no período anterior às festas.

No dia 5 de dezembro, dinamizámos um workshop para as senhoras que frequentam o Cais do Sal (um centro diurno para idosos). O objetivo era criar pequenos bonecos de neve com meias brancas, arroz e botões.



Foi muito divertido e as senhoras cumprimentaram-nos com afecto: esperamos de voltar depressa!


Com a mesma organização, Cais do Sal, fomos ao Passil, uma pequena aldeia perto de Alcochete, mas dificilmente acessível por transportes públicos. Só passam três autocarros durante todo o dia…

Aqui, quando saem da escola os meninos costumam de brincar sozinhos nas ruas. Neste período de férias, para não os deixar sozinhos todo o dia, o Cais do Sal organiza algumas actividades.

No primeiro dia, por exemplo, nós propusemos um workshop para criar pequenas decorações de Natal com copos de plástico, molas de roupa, cartões e tintas.



No segundo dia ajudámos as educadoras à cozinhar cake pops, como presentes para as famílias dos meninos.


Depois, à tarde, propusemos alguns jogos para brincarmos todos juntos.



No último dia antes das férias fomos ao Censa, uma organização no Samouco onde meninos de 7/8 anos estão durante a tarde depois escola. Construímos juntos uma moldura em forma de rena com cartões, lã e tintas.



E depois foi o Natal e a Passagem de Ano, e nós viajamos desde Lisboa até Sevilha, Barcelona e Granada...

… mas essa é outra história!

19 de dezembro de 2017

Testemunho SVE: S.Martinho

No dia 10 de Novembro fomos pela primeira vez no lugar onde trabalha a Filipa, a nossa coordenadora: o Roda Livre.
Este é um projeto comunitário sediado no bairro do Esteval no Montijo que dinamiza atividades para a comunidade local. Entre outras iniciativas tem um centro de recursos onde crianças entre os 7 e os 16 anos e as suas famílias podem participar em atividades diversas.



O dia seguinte, o dia 11 de Novembro, é o São Martinho. Por essa razão, no Roda Livre, havia uma pequena festa.

Com adultos e crianças bebemos sumos de fruta e comemos alguns bolinhos e algumas 
castanhas assadas, que são tradicionais desta festa.

Também em Itália este dia é considerado uma festividade: por tradição, celebra-se a maturação do vinho novo. É de onde vem o provérbio “San Martino, ogni mosto diventa vino” (“O São Martinho, cada mosto torna-se em vinho”). O famoso poeta italiano Giosuè Carducci, no final de 1800, dedicou um poema a esta época, intitulado precisamente San Martino.

San Martino

La nebbia a gl'irti colli
piovigginando sale,
e sotto il maestrale
urla e biancheggia il mar;

ma per le vie del borgo
dal ribollir de' tini
va l'aspro odor dei vini
l'anime a rallegrar.

Gira su' ceppi accesi
lo spiedo scoppiettando
sta il cacciator fischiando
su l'uscio a rimirar

tra le rossastre nubi
stormi d'uccelli neri,
com'esuli pensieri,
nel vespero migrar.  

(Giosuè Carducci)

Descobrimos que em Portugal também o dia de o São Martinho está relacionado com o vinho novo mas aqui é uma festividade muito mais importante.

A senhora do restaurante ao lado da nossa pousada, por exemplo, ofereceu-nos um jarro deste vinho que se chama Água de Pè, e um pequeno prato de castanhas assadas.



Reza a lenda que….

… São Martinho foi um cavaleiro, um monge e um santo.
É capaz de trazer o verão ao outono e, graças a ele, todos os anos comemos castanhas.

Corria o ano de 337, no século IV, e um outono duro e frio assolava a Europa. Um cavaleiro gaulês, chamado Martinho, tentava regressar a casa quando encontrou a meio do caminho, durante uma tempestade, um mendigo que lhe pediu uma esmola. O cavaleiro, que não tinha mais nada consigo, retirou das costas o manto que o aquecia, cortou-o ao meio com a espada, e deu-o ao mendigo. Nesse momento, a tempestade desapareceu e um sol radioso começou a brilhar.

O milagre ficou conhecido como "o verão de São Martinho". Desde então, por altura de novembro, o ríspido tempo de outono vai embora e o sol ilumina-se no céu, como aconteceu quando o cavaleiro ofereceu o manto ao mendigo.

Durante a tarde encontrámos o responsável da Escola Profissional do Montijo, que nos convidou a visitar a escola e participar numa jornada com professores oriundos de outras zonas de Europa.

Vamos ver!

Mila & Mariavittoria

11 de dezembro de 2017

Tetesmunho SVE: A nossa chegada a Portugal

A nossa aventura em Portugal começa nos primeiros dias do novembro.

A Ana e a Magda, as nossas mentoras, vêm buscar-nos ao aeroporto e trazem-nos a Alcochete, onde encontramos a Filipa, a coordenadora do nosso projecto e do Mundo Inseparável Associação.
Alcochete é uma pequena cidade perto do rio Tejo, situada no distrito de Setúbal, a apenas 30 quilômetros da capital.

Parece-nos imediatamente um lugar acolhedor e típico.


As pessoas que encontramos são muito disponíveis e nós integramo-nos aqui com facilidade.

Um dos lugares da vida nocturna alcochetana é o Paparocas, um bar pequeno mas muito animado. A Fernanda, a agradável dona, tornou-se logo numa espécie referência para nós.

Ao lado do Paparocas há o Museu dos Touros, que celebra o tipo particular de corrida que se tem aqui e as famosas festas do Barrete Verde e das Salinas, que são em agosto.
No centro de Alcochete, há uma estátua do Salineiro e uma do Forcado.



Um outro encontro característico que fazemos logo é aquele com os pescadores. Eles, em alguns momentos do dia e da noite, saem do rio em massa e mudam suas roupas à beira da estrada.


Por falar no rio, a praia é seguramente a melhor parte de Alcochete!

As pessoas daqui, no verão, tomam banho no Tejo sem problemas… Nós ficamos um pouco cépticas a este respeito, mas é certo que estar na praia em novembro é uma felicidade!


Durante o dia é muito quente e passamos algumas tardes no Pikolé, o bar que fica de frente para o Tejo. Decidimos fazer mesmo aqui, debaixo do sol, a primeira aula de italiano com a Ana.


Através de uma agradável caça ao tesouro, a Ana mostra-nos alguns pontos significativos da cidade. Entre eles, a estátua do D.Manuel I, um rei do Portugal que nasceu em Alcochete, o passeio do Tejo (uma doca com um farol), a igreja principal na mesma praça do município e o coreto.


Ana ajudou-nos também a interagir com as pessoas daqui, pedindo-lhes que nos ensinassem algumas canções populares, alguns provérbios portugueses e algumas refeições tradicionais.

Por falar na cozinha tradicional ... durante o almoço de boas vindas com a Filipa e os mentores, tivemos a ocasião de experimentar o típico Cozido à Portuguesa.


O José, o gerente do restaurante ao lado da nossa pousada, aconselhou-nos altamente esta refeição, mas é com certeza um desafio! Não é exatamente o primeiro prato a tentar para descobrir a verdadeira cozinha portuguesa.

Mas o bom José, redimiu-se amplamente dias depois com uns óptimos camarões e uma excelente dourada.


Estamos ainda no início da nossa experiência e temos a certeza que Portugal vai oferecer-nos muitas mais surpresas!

19 de abril de 2017

Testemunho SVE: O Final do nosso projeto SVE


No dia 29 de abril eu e a Justyna regressamos à Polónia. Os últimos meses passaram tão rápido! 


O tempo que passei em Alcochete, e em Portugal, no geral, foi uma das melhores experiências da minha vida. Finalmente tive a minha “experiência internacional” – foi a primeira vez que vivi fora do meu país por mais de 1 mês e meio e adorei cada momento! Conheci tantas pessoas incríveis de diferentes países europeus durante as formações organizadas pela Agência Nacional. Passei o natal e a Páscoa com duas famílias portuguesas diferentes e ambas me acolheram de coração aberto e me fizeram sentir muito bem-vinda. Posso dizer sinceramente que as pessoas portuguesas são sempre amáveis e prestáveis.

Viajei para diferentes partes do país e fiquei maravilhada com cada cidade que visitei. Experimentei tanta comida incrível! Adorei o clima português (claro tirando não haver aquecimento central em Dezembro e Janeiro). Tentei aprender português (vamos dizer que a Justyna conseguiu e que eu ainda estou a tentar... mas sem dúvida que continuarei a aprender quando regressar à Polónia). Trabalhei com pessoas desde os 2 aos 80 anos de idade. Participei em diferentes atividades e workshops, e planei grande parte deles sozinha. Mais importante ainda, aprendi imenso sobre mim, as minhas dificuldades, motivações, etc. 
Agora que o nosso SVE está a chegar ao fim sinto muita SAUDADE de tudo o que aconteceu e de cada pessoa que conheci. Por isso apesar de ser o fim do nosso projeto de SVE não será o fim desta jornada pois as coisas que aprendi, as experiências que ganhei e as pessoas que conheci ficarão comigo para sempre. 
Ida Krulak

3 de fevereiro de 2017

Testemunho SVE: O que fazemos todos os dias.

Talvez alguns de vós se perguntem o que é que realmente fazemos para a MIA e porque é que viemos para Portugal inicialmente. Portanto, aqui está a resposta: estamos a participar no projeto SVE “Não sou o único”. Os principais objetivos dos nossos projetos SVE são promover o diálogo e interação interculturais, aumentar a consciência cultural, ensinar tolerância, etc… 

Como voluntárias da MIA, eu e Justyna visitamos locais diferentes todas as semanas, como jardins de infância, escolas primárias, escolas de ensino básico, escolas secundárias, ATLs, a biblioteca, etc… e organizamos várias atividades para a comunidade local. Para alcançar os objetivos da MIA, estamos a partilhar as nossas capacidades e a utilizar educação não-formal.                      
Nos jardins de infância e escolas organizamos todas as atividades em inglês para praticar as capacidades linguísticas dos alunos com pessoas que não falam português, usando formas não-formais de educação – canções, jogos, discussões, etc… O papel das nossas atividades nas escolas é também o de encorajar os mais novos a aprender línguas estrangeiras, pelo que normalmente tentamos ensinar aos alunos pelo menos algumas palavras polacas, como “cześć” ou “dziękuję”. Brevemente iremos organizar “English Club” (Clube de Inglês) em diferentes escolas em Alcochete, onde adolescentes poderão encontrar-se connosco depois da escola e praticar o seu inglês, aprender sobre culturas diferentes e voluntariado.

Também organizamos diferentes atividades e animações com as crianças no ATL. Habitualmente fazemos jogos com eles, dado que eles precisam de algum movimento e diversão depois de um dia ocupado na escola. Mas também organizamos workshops temáticos para eles, por exemplo o nosso workshop de Natal e trabalhos manuais ou o workshop de cartoons polacos no Samouco. 
Às vezes, organizamos eventos maiores com a MIA, como o St. Andrews Day (Dia de Santo André) polaco que fizemos em novembro na Censa, no Samouco. Durante este evento, tentámos apresentar as nossas tradições polacas – a adivinhação, música polaca e comida tradicional – a pessoas portuguesas. Estamos a planear organizar mais eventos deste género no futuro, por exemplo uma aula de comida tradicional polaca. Em fevereiro também iremos participar no evento organizado pela biblioteca em Alcochete onde iremos ler histórias polacas a crianças.
Ida Krulak


16 de janeiro de 2017

Testemunho SVE: Tradições de Natal Polacas

Este ano passei o Natal em Portugal. Foi uma experiência fantástica! Decidi que vou partilhar algumas das mais antigas tradições natalícias que ainda são praticadas pela maioria das famílias polacas durante a altura do Natal. 

         A Polónia é um país vastamente católico e o Natal é muito importante para nós. Na Polónia, celebramos a véspera de Natal, que é no dia 24 de dezembro. A véspera de Natal, ainda assim, não é uma feriado nacional – mas o dia de Natal e o dia 26 de dezembro são feriados nacionais.                                                          
A tradição polaca começa com pôr a mesa para o jantar da véspera de Natal. Colocamos algum feno debaixo da toalha de mesa. É o símbolo de que Jesus nasceu na cabana e em pobreza. Depois, deixamos um lugar extra à mesa, vazio, para o convidado inesperado ou de acordo com uma versão diferente desta tradição – para os familiares que estão mortos e não se podem juntar a nós durante o Natal.                       
O jantar da véspera de Natal começa quando a primeira estrela surge no céu – o que é por volta das 4-5 da tarde, dado que fica escuro muito rapidamente na Polónia durante o inverno. No início do jantar as famílias polacas lêem a passagem da Bíblia que descreve o nascimento de Jesus e partem uma grande bolacha de wafer chamada “opłatek” com todos os convidados presentes desejando-lhes um feliz Natal.
A refeição é tradicionalmente sem carne, por isso durante o Natal comemos um peixe de rio chamado “karp” (carpa) e arenques, preparados de várias formas diferentes. Outros pratos tradicionais polacos variam muito nas diferentes partes da Polónia. Mas em geral na véspera de Natal temos duas sopas – são “barszcz” – sopa de beterraba ou sopa de cogumelos. Outros pratos tradicionais consistem em cogumelos, couve, sementes de papoila – por exemplo “pierogi”, “krokiety”, “paszteciki”, “kutia”, “bigos”, etc. (podem tentar procurar no google para encontrar as fotos!). De acordo com a tradição há 12 pratos servidos durante a véspera de Natal – os 12 pratos representam os 12 discípulos de Jesus. Toda a gente tem de provar cada prato.  Depois do jantar de véspera de Natal começamos a abrir presentes do Pai Natal, que na Polónia se chama “Święty Mikołaj”. Cantamos músicas de Natal, vemos filmes de Natal como “Sozinho em Casa”, e simplesmente aproveitamos o tempo com a nossa família.
Depois à meia noite vamos à igreja para uma missa especial chamada “pasterka” – pode ser traduzido por “Missa dos Pastores”, dado que os pastores foram os primeiros a ver o bebé Jesus.
No dia 25 de dezembro não temos nenhumas tradições especiais, é tempo de nos juntarmos com a nossa família e amigos a comer as sobras da véspera de Natal.
Ida Krulak